O irmão mais velho e o tio caçula informam que ter reservado um prestigiado lupanar para sua despedida de solteiro.
- Por que não em uma casa das primas da zona?
- Consulta o pai dos burros e depois reclama. Que falta de consideração! Além de bancar para você e seus amigos ficar ouvindo lamúrias de ignorante. É demais, diz mano velho.
Em casa exclama com o dicionário na mão: - Caramba! Vou-me esbaldar.
Sábado que antecede o casório uma venda em seus olhos é colocada e empurram-no para o fusca verde do tio.
O carro faz um trajeto demorado e tão logo estaciona é conduzido para dentro de uma casa, ainda sem poder enxergar.
Pelas vozes percebe que o Toninho já está de porre e nenhum dos camaradas perdeu a boca livre.
Uma mão delicada coloca uma azeitona em sua boca e ele lambe os dedos da mulher.
Acaricia seu corpo que pelo toque percebe que ela é novinha (pelos pubianos ralos e peitinhos se formando). Um arrepio percorre toda coluna.
-Uiiiiiiii! Gostosa!
Agarra-a pela cintura e começa a dançar; tê-la em seus braços provoca ereção que não há como esconder.
Mordisca sua orelha e sem se dar conta tira a roupa, fazendo com que a rapaziada ovacione animada.
Rasga a roupa da parceira e começa a se esfregar, com frenesi.
A máscara cai e ele vê que tem diante de si sua tia, a irmã mais velha do pai.
Assim termina a inesquecível despedida de solteiro.
Sem nada dizer corre em direção ao banheiro com as mãos tentando esconder o mastro da bandeira ainda hasteada.
Assim termina a inesquecível despedida de solteiro.
Nenhum comentário:
Postar um comentário